Redes sociais, mídias sociais, Twitter, Facebook, marketing digital, agências de comunicação digital, métricas e mensuração e coisa e tal. Nunca antes se falou tanto sobre o fenômeno das ferramentas de relacionamento na Internet. Ao mesmo tempo, nunca se falou tanta besteira e achismo.
A cada dia, 10 ou 15 novos gurus das redes sociais surgem do nada. Após vasculharem em alguns blogs, já se acham aptos para serem intitulados Analistas de Mídias Sociais, oferecendo-se ao mercado como profissionais gabaritados a utilizar as redes sociais como ferramentas de marketing. Será que podemos confiar nesses indivíduos?
Bom senso, tanto de quem se oferece quanto de quem contrata
Basta vasculhar no Twitter e em blogs: encontrará dezenas de pessoas que se dizem Analistas de Mídias Sociais. Ao mesmo tempo, cursos, palestras e seminários mil brotam do chão. Uns ministrados por especialistas reconhecidamente capazes para tal; outros por uns caras dos quais eu nunca ouvi falar. Surge então mais uma dúvida: podemos confiar no que está sendo repassado ou é “mais do mesmo”, um copiar+colar do que sai na blogosfera, sem realmente o instrutor entender do caso? Continue lendo »
Outro dia, num restaurante recifense o qual não vale a pena dizer que o nome é La Massa, como também não é válido dizer que ele fica no Shopping Boa Vista, pedi um café após almoçar. Era para o garçom me trazer dois expressos (para mim e minha esposa), quando veio ele com duas xícaras de um café sem graça.
Primeiro, estranhei. Depois tomei coragem e provei aquilo. Sem gosto nenhum de expresso. Parecia um café tirado às pressas. Sabe quando você oferece àquela visita indesejada um cafezinho apenas por educação, e a infeliz aceita? Aí você faz um café apressadamente, sem vontade nenhuma. Foi essa a impressão que tive ao provar aquele café horrível.
Fiz questão de me levantar para pagar a conta e ver se o cara tinha usado uma cafeteira comum no lugar de uma máquina de expresso. Percebi que, sim, era uma máquina de expresso, até de boa marca. Acho que o caso se deu por conta de má regulagem da máquina ou dela não ter sido preparada adequadamente antes do primeiro uso do dia. O caso é que o café estava ruim e não valeu a pena. Na verdade, aquele restaurante já foi bom, mas está caindo de qualidade ultimamente. Continue lendo »
Uma vez, na faculdade, um colega meu foi até um professor perguntar-lhe sobre a profissão do marketing. O que ele perguntou eu não lembro, só sei que usou a palavra “marketeiro“. A resposta do professor eu lembro bem:
Ei, marketeiro não, mercadólogo!
O meu colega ficou sem ação. Achando que estava abalando por usar aquele termo, recebeu uma repreensão instantânea do mestre.
Marketeiro ou mercadólogo?
O professor achou uma grande ofensa ouvir aquilo, mas tem gente que prefere até ser chamado assim. Eu mesmo não faço tanta questão. Apenas acho que quem usa o termo “mercadólogo” demonstra que não é plenamente leigo na matéria.
Acredito que no meio acadêmico o mais utilizado seja mercadólogo. Mercadólogo tem mais a ver com o estudioso do mercado, o profissional que entende, pesquisa e se adapta às evoluções do cenário econômico e às nuances corporativas. O mercadólogo seria o indivíduo que realmente compreende o marketing, e não mais um besta que acha que marketing é “fazer de tudo para arrancar o máximo do cliente e jogar a carcaça fora”. Continue lendo »
O preconceito existe, e não é pequeno. Elas vão desde equívocos até a preconceitos totalmente ridículos.
Logo que entrei na faculdade, ouvi alguns comentários distorcidos tais como
“Cara, que beleza, agora tu vai aprender a enganar a galera”
Um outro ainda mais ousado (e mais ignorante e estúpido também) exclamou:
“Tu vai sair da faculdade com um 171 do cacete!!!”
Se assim fosse, obviamente o marketing seria uma “profissão do mal”, algo semelhante a um traficante de drogas ou um estelionatário, mas essa não é a realidade.
O que é o Marketing?
Existem diversas definições, mas vou citar somente uma, que também foi a primeira com a qual tive contato logo que entrei na faculdade, na primeira aula:
“Marketing é a arte de criar e distribuir um produto ou serviço de forma econômica e rentável, de maneira a atender plenamente às necessidades e aos desejos de um consumidor.” (Kotler).- Grifos meus. Continue lendo »
Tem um mercadinho aqui perto que casa que tem mania de grandeza. Nele você encontra o trivial das compras, junto com produtos para festas, cosméticos e até bolsas femininas. É um pequeno mercado que gostaria de ser um grande Shopping Center. Reconheço que é bom pensar grande e a longo prazo, mas tudo isso exige planejamento. Enquanto o nosso querido mercadinho tenta ser grande e não consegue, outros pequenos negócios seguem a estratégia do posicionamente e coletam bons resultados.
Ok, mas o que é posicionamento de mercado?
Segundo um guru de marketing chamado Wiki Pedia:
Posicionamento de Mercado é a posição relativa que ocupam marcas, produtos e serviços nas mentes dos seus respectivos consumidores.
O Sr. Pedia ainda diz que “… cada produto, serviço ou idéia, lançados no mercado, ocupa um determinado local nos corações e mentes de cada consumidor individual. Este local é hierarquizado. O primeiro da lista é o produto líder. Os demais, a partir do segundo listado, são os produtos, serviços e idéias considerados secundários“. Continue lendo »
Frederick Taylor, engenheiro norte-americano, lançou em 1911 o livro Os Princípios da Administração, onde expôs o método dos tempos e movimentos, baseado em seus estudos sobre produção. Este fato marcou a história, pois os conceitos da administração científica revolucionaram a forma de administrar da época, refletindo até os dias de hoje nas grandes corporações, especialmente no que tange à produção. O livro Taylorismo: Após 100 Anos, Nada Superou o Modelo de Gestão? revisa e discute a contribuição de Taylor para o mundo empresarial.
O livro é formado por 6 artigos de um time de profissionais, dentre mestres e doutores, altamente gabaritados no meio acadêmico e corporativo. Os artigos abordam o taylorismo por diversas linhas de discussão, desde seu impacto dentro das organizações até a influência que este método de trabalho teve na cultura da sociedade. Apesar dos profissionais autores do livro terem grande vivência acadêmica, não espere nele uma linguagem rebuscada ou com muitos jargões. Os assuntos são delineados de forma prática e fácil de entender. Continue lendo »