O estímulo do empreendedorismo dentro das empresas
Por Gabriel Galvão
Quando se fala de empreendedorismo, muitas vezes associamos o termo às práticas do indivíduo que é independente, de certa forma, das empresas. Temos na mente que empreendedor é aquela pessoa que não tem perfil para ser empregado, e sim apenas empregador. Empreendedorismo, no entanto, pode ser aplicado tanto fora quanto, e especialmente, dentro das organizações.
O colaborador que tenha espírito empreendedor é muito mais útil às empresas. Empreender, no caso dele, significa não ser passivo diante das situações. Significa ser opinativo, proativo e usar a criatividade para sempre melhorar os processos nos quais está envolvido.
Para tanto, ter conhecimentos específicos sobre processos gerenciais é fundamental. Não basta ter apenas a vontade de impulsionar a empresa para frente, mas deve-se ter noção de quais são as técnicas mais adequadas para tal. Sendo assim, preparar-se por meio de cursos é a alternativa mais viável.
Outro fator que indica a utilidade de um curso especializado é que muitas empresas exigem a comprovação das noções gerenciais que um cargo tático demanda. Ou seja, dizer que sabe trabalhar a gestão de uma empresa não é o suficiente, o profissional tem de comprovar legalmente que está apto para ser um verdadeiro gestor.
Estimular esse empreendedorismo no ambiente interno das organizações deve ser uma das tarefas do nível estratégico. É verdade que algumas empresas preferem ter funcionários que agem apenas sob ordens porque dá uma falsa impressão de controle sobre eles. Esse pensamento está com os dias contados, pois o destaque tem sido cada vez mais das empresas que possuem colaboradores empreendedores em seu quadro funcional.
Pensando nessa necessidade do mercado, a Universidade Anhembi Morumbi lançou o Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. O curso é de 2 anos e é realizado via Internet, perfeito para quem não tem muito tempo e precisa de um curso de curta duração. Segundo a Anhembi Morumbi, “o curso capacita o aluno a tornar-se empreendedor e exercer melhor a função de gestor nas diversas áreas de uma organização, com competências administrativas para atuar em seus diferentes setores e departamentos“.
A Instituição ainda oferece para os leitores do blog a isenção da matrícula para inscrições feitas até o dia 15/09.
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Muito bem lembrado,quando diz que: ” É verdade que algumas empresas preferem ter funcionários que agem apenas sob ordens porque dá uma falsa impressão de controle sobre eles”. É um tendência desse modelo pós-fordista. Não existe mais aquele chefe carrancudo,que todos temem. A justaposição entre as partes é a que vivemos hoje. Empregado+chefes. Todos opinam no rumo das decisões. O que gera mais aproximação entre empregador e empregado.Tornando o ambiente de trabalho mais produtivo e saudável.
@helcio84
É preciso que o colaborador da empresa se sinta como dono dela, para motivar-se a empreender novidades e ser criativo para achar soluções.
Abraços.
http://www.webcontexto.com.br
Maria Fernanda,
Fazer o colaborador se sentir realmente parte da empresa, o famoso “vestir a camisa” passa por isso que você citou, mas não basta apenas trabalhar a motivação do pessoal. Para se sentir “dono” da empresa, os colaboradores devem ser compensados tanto emocionalmente quanto financeiramente.
Uma dica: não coloque links no texto do comentário. Geralmente os gerenciadores dos blogs entendem como spam. Eu tive que aprovar seu comentário para que ele aparecesse no blog.
Sucesso!