Profissionais 2.0? Sei não…
Era uma vez um tempo em que as pessoas saiam de suas residências para ir trabalhar pela manhã e retornavam no final da tarde para se prepararem para repetir essa mesma ação até o tão esperado momento das férias.
Era uma vez uma época em que as pessoas pediam insistentemente um emprego numa empresa e quando conseguiam, passavam a pedir a aposentadoria.
Era uma vez um momento onde as pessoas que não tinham um emprego morriam de fome por dependerem única e exclusivamente dele para conseguirem seu sustento.
Então surgiu o profissional 2.0.
Nos dias de hoje, os profissionais que têm o dinamismo e a flexibilidade exigidas pelo impaciente mercado de trabalho conseguem contrariar todas essas regras do passado e ditar uma nova forma de manter suas carreiras em curso. Acontece que tem gente que pensa que é profissional 2.0…
Sou moderninho, então sou 2.0, certo?
Chamo de profissional 2.0, nesse caso, aquele que reuni uma ou mais características das que descrevo abaixo:
- Não tem local de trabalho definido: esses profissionais trabalham em casa ou no escritório, no trânsito ou no aeroporto, na casa da vó ou na faculdade. Produtividade, para eles, não significa necessariamente sentar a bunda numa cadeira e ficar lá oito horas seguidas todos os dias;
- Trabalham no que querem e porque querem: eles são apaixonados pelas profissões que escolheram e por isso se dedicam muito a elas, beirando o “workaholiquismo”;
- Não dependem dos empregos formais para ganhar dinheiro: profissionais 2.0 fazem freela, fazem projetos sazonais, fazem trabalhos esporádicos e, porque não, trabalham em alguma empresa. Independem dos empregos formais para manterem seu estilo de vida agitado e incansável.
Outras pessoas chamam os aqui nomeados profissionais 2.0 de outros nomes, mas o que importa são as características.
Tomando como base qualidades como as citadas acima, várias pessoas com as quais esbarro, principalmente nas redes sociais, que se autodenominam 2.0 em todos os sentidos, não passam de abelhas operárias com outra roupagem. Comprei um tablet, instalei 15mb de internet e tenho perfis em todo tipo de redes sociais! Sou 2.0 agora, né? Errado! Profissionais 2.o não são formados pelos recursos que possuem ou pelos rótulos com que se encobrem, mas sim por suas atitudes e conquistas.








[...] ou pelos rótulos com que se encobrem, mas sim por suas atitudes e conquistas. Veja o original em: http://www.pontomarketing.com/gestao/profissionais-2-0-sei-nao/#ixzz1RFwIdlXf ou nos siga no Twitter: @pontomarketing Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial [...]
Acho essencial fazer aquilo que gosta. Digo sempre, se a sua profissão serve apenas para pagar as contas no fim do mês, sua felicidade profissional têm prazo de validade. Eu morei 8 anos na Califórnia, quando voltei ao Brasil, fui dar aula de inglês, nunca gostei, não pelos meus alunos, muito pelo contrário, tenho amizade com alguns deles até hoje, mas pelas empresas que trabalhei. Ter sua aula monitorada quase sempre, passava a impressão que não era confiável, não sabia o que estava fazendo. E o feedback depois? Na teoria era tudo lindo, já na prática com uma turma desnivelada, era outro completamente diferente. Alguns cursos vendem uma ideia e praticam outra também. Parti para a web, desenvolvedor front-end, gosto bastante, só que a maioria das agências querem garotada, não pagam hora extra, virar a noite é quase obrigação, pedem webdesigner que saiba php, asp, .net….Em sua maioria querem PJ. Por isso hoje, faço meus freelas e estou mais feliz. Agora a minha paixão está no marketing, estou estudando, fazendo cursos por fora e lendo muito. Independente de ser 2.0 ou não, a minha dica é faça aquilo pelo qual voc6e é apaixonado e não o que vai te pagar mais!
Concordo mais uma vez contigo Gabriel,
O mundo anda tão complicado e cheio de oportunidade que tem que ser muito 1.0 pra pensar em trabalhar de tal horas até tal horas, mesmo que numa coisa que não te agrade, mas que pague bem. A internet te dá oportunidade de fazer tantas coisas que possam te dar prazer e dinheiro. E nem precisa ser em troca de favores sexuais hauhauhau
Mas falando sério. Hoje trabalho em casa e tiro um grana extra legal com freelas e projetos pessoais. Sempre lutei pra fazer o que gosto e trabalho numa empresa porque ela tem o perfil que acho interessante pra minha carreira e não necessariamente porque me paga melhor que as outras.
Faço com que todos os meus trabalhos contribuam para que eu continue exercendo a profissão que sou amo e antes de aceitar uma nova proposta de emprego, analiso se a mesma se enquadra no meu estilo de vida.
Acho que isto me faz um profissional 2.0 né?
Caro Brother,
O “conceito” de profissional 2.0 que proponho no texto é justamente esse: o profissional que se realiza pessoal e profissionalmente no que faz, seja numa empresa, seja freelancer, seja nos dois.
Grande abraço!