O profissional do mundo digital deve ser plug and play
O profissional do mundo digital possui, mais do que nunca, um enorme campo de atuação, com um vasto leque de ramificações a ser explorado. São diversas configurações e padronizações de serviços e trabalhos que, cada vez mais, imputam na procura um profissional mais qualificado e, principalmente, mais customizado.
Tal como já colocou o filósofo canadense Marshall McLuhan, mencionando que os meios de comunicação são extensões do homem, as ferramentas digitais passam a ser extensões do profissional do mundo digital. E, mais do que isso: tal profissional deve não apenas estar preparado para usá-las, mas também saber quando, onde e porquê usá-las, não importando o contexto em que as ferramentas serão efetivamente aplicadas.
Podemos fazer uma analogia com todos os periféricos que são plugados em um computador. Uma impressora, por exemplo, em sistemas operacionais mais antigos necessitava de um cd (ou disquete) contendo o driver respectivo àquele modelo para ser instalada. Depois, elas passaram a possuir o mecanismo plug and play, que dispensava mídias com drivers e colocava o processo de instalação em um patamar mais rápido e instantâneo, porém ainda com a necessidade de executar o aplicativo de instalação.
Atualmente, com os sistemas mais modernos, basta plugar a impressora que o computador fará todo o resto sozinho. Sem mídia, driver, instalação ou execução de aplicativos. Em segundos seu aparelho já estará pronto para o uso, não importando em qual máquina seja conectado.
É exatamente esse perfil que o profissional do mundo digital passa a ter nos dias atuais. Antigamente, era necessário que houvesse “mídias” e “drivers” para colocá-lo a par da situação que enfrentaria. Hoje, tal profissional deve ter em mente que o contexto não mais importa, pois ele deve estar preparado para atuar em qualquer situação.
Quem trabalha diariamente com internet e, consequentemente, usufrui das redes e mídias sociais em seu plano de comunicação, deveria ter seu cargo denominado como “profissional plug and play“. Não importa onde, como ou porquê. Tal profissional deve estar antenado a todos os movimentos que o rodeiam, deve prestar atenção aos diferentes grupos de atuação em que a comunicação age e, principalmente, deve procurar viver experiências de outros meios para trazer tal aprendizado para o mundo digital.
O profissional do mundo digital deve ser um aplicativo que roda em diversos sistemas operacionais, sem muito confete e badalação. Deve chegar e fazer o seu. Deve ser plugado e, instantaneamente, começar a funcionar. O profissional do mundo digital que não se adaptar a esse modelo estará fadado a virar uma espécie de aplicativo sem muita utilidade, tal como os milhares de gurus espalhados por ai.
Aliás, o profissional do mundo digital que não evoluir se tornará um paint brush da vida: você até sabe o que ele faz e onde encontrá-lo, mas jamais irá colocar a reputação da sua empresa em jogo por colocá-lo no lugar de um bom e confiável Photoshop. Lembre-se que gurus da internet e paint brush já são instalados de fábrica, mas um Photoshop você deve ir atrás e pagar caro pelo seu.








[...] Em poucos momentos, o conteúdo publicado espalha-se entre os internautas, dissemina-se pelas redes sociais, conquista followers e tudo mais. Estas são algumas características da revolução da era digital. [...]
[...] Em poucos momentos, o conteúdo publicado espalha-se entre os internautas, dissemina-se pelas redes sociais, conquista followers e tudo mais. Estas são algumas características da revolução da era digital. [...]