O Facebook ainda não acordou para o F-Commerce

Por Alexandre Henrique Souza¹

Facebook: o F-Commerce é uma boa alternativa de comércio eletrônicoUm gigante veloz e aglutinador, mas que não está enxergando a maior oportunidade em seu negócio. É assim que vejo o Facebook.

O Facebook tem servido de base para integração de pessoas e empresas, e o foco principal de todos nesse contexto é a maior exposição possível para seus públicos-alvo. Mas, e as transações comerciais? Ou vão para o mundo real, ou necessitam de um aplicativo. Se o Facebook começar a realizar transações comerciais, as possibilidades se tornam infinitas.

O desenvolvimento no site seria simples: o Facebook poderia criar contas-correntes vinculadas aos perfis dos usuários pessoas físicas, ou às fans pages das pessoas jurídicas, e poderia debitá-las ou creditá-las de acordo com as transações comerciais. O Facebook pode ser uma alternativa mais confiável e popular para sites C2C (Consumer to Consumer), como e-Bay ou Mercado Livre.

Como plataforma cada vez mais popular, o Facebook pode ser uma alternativa para as microempresas ou a economia informal que quer negociar na grande rede. A popularização dos smartphones ajudou no processo de levar o F-Commerce para a padaria da esquina ou para a lojinha de R$ 1,99. A classe C é a que mais cresce e que mais consome, e essa inclusão social deve estar em conjunto com a inclusão digital.

Apesar da popularização da internet, muitas micro, pequenas e até médias empresas ainda não têm seu site na internet. E mesmo muitas das que usam esse recurso o fazem apenas com enfoque institucional, sem transações comerciais. O F-Commerce pode ser uma solução barata, de fácil manuseio e customizada para estes casos, e principalmente para empreendedores na economia informal.

Além disso, o Facebook poderia agrupar tudo em um lugar, como funções busca, ranking de referência ou reclamações de fornecedores e as facilidades dos sites de compras coletivas. Como exemplo, ao anunciar um produto no seu perfil ou fan page, o próprio vendedor poderia sinalizar se o preço unitário iria diminuir de acordo com a escala e em qual proporção, convidando o cliente a compartilhar a oferta com seus amigos.

Um grande desafio das empresas é conhecer o perfil de cada um de seus consumidores e seus hábitos de compra, para que se consiga iniciar relações individuais. O F-Commerce terá esses dados disponíveis, basta minerá-los e tratá-los da forma adequada. Clique aqui e veja uma apresentação que detalha melhor essas possibilidades.

Alguém aí tem o e-mail do Mark Zuckerberg?

¹Alexandre Henrique Souza é professor universitário nas áreas de administração, produção, logística e marketing. Empresário do setor de varejo em telecomunicações com lojas no interior do PR e de SP. Sócio em empresa de mobile marketing, consultoria e treinamento.

Fonte da imagem: Digital White

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4 comentários

  1. SELMA disse: - Responder

    ACHEI INTERRESSANTE E INOVADOR…

  2. [...] o original em: http://www.pontomarketing.com/midias-sociais/o-facebook-ainda-nao-acordou-para-o-f-commerce/#ixzz1hB… ou nos siga no Twitter: @pontomarketing Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial [...]

  3. Olá,

    Acredito que esse modelo de negócios(comércio) acabará chegando ao Facebook de qualquer forma, abrindo assim, uma fantástica janela de oportunidades para quem estiver preparado.Pessoas comuns que poderão se beneficiar de mercado gigante e sem fronteiras que abrirá.

    Até mais,

  4. [...] O Facebook ainda não acordou para o F-Commerce [...]

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