Twitter: vale a pena falar sobre tudo?
Dando uma olhada nos seguidores do Ponto Marketing no Twitter, me deparei com umas postagens de uma moça que me deram a impressão de que ela estava bêbada naquele momento. Ok, muitas vezes vemos postagens sem nexo por aí, mas dessa vez achei demais. Não vou citar o perfil nem dizer quais postagens eram para não denunciar a pessoa, o mais importante foi a pergunta que ficou no ar: vale a pena tuitar sobre tudo, em qualquer ocasião?
Essa pessoa tinha uma descrição em seu perfil que me fez entender que ela teve o cuidado de se apresentar bem, a fim de se promover profissionalmente. Ao contrário disso, seus tweets sem sentido poderiam indicar, por exemplo, a um selecionador de uma empresa que a pessoa não se levava tão a sério assim. Deixo claro que não estou dizendo que ninguém deva postar sobre nada que seja engraçado ou pessoal só porque o seu perfil é “profissional”, só digo que, se a estratégia usada era a de se promover como uma profissional séria e competente, isso foi por água abaixo.
Tweets bêbados: como evitar
Lembra da frase “se bebeu, não dirija”? Não precisamos ser tão radicais assim quando tratamos de redes sociais, mas, se você tem o costume de tuitar quando está com raiva, ébrio, triste, eufórico, cansado ou em qualquer estado que te faça ficar com as ideias alteradas, evite tuitar de um perfil para promoção profissional. É mais adequado abrir um perfil “pessoal” para nele despejar toda verborragia que você tiver guardada no seu peito (ou estômago).
Na dúvida, não tuite
Se não quer ou não pode ter dois ou mais perfis no Twitter, pense se o que você vai postar irá expor algo importante ou delicado da sua vida. Às vezes estamos com os sentimentos à flor da pele e isso pode nos fazer dizer coisas que não queríamos realmente dizer, o que pode nos expor demais ou magoar alguém. Pense duas vezes ou três, pois se alguém replicar aquela sua mensagem, já era, não tem mais retorno.
O que você faz pra evitar muita exposição nas redes sociais? Diga nos comentários!








Adorei o post, Gabriel. Estava online no dia desse evento! Me lembro bem da sua indignação (e indagação).
Realmente penso muito parecido com você – se não igual: Está na hora das pessoas entenderem que excesso de exposição pode prejudicá-las profissionalmente. Para quem sofre de ‘bipolaridade’ (Seria isso mesmo?), tenha 2 perfis diferentes: Um pessoal e outro profissional, mas ainda sim, saiba que não há como separar o profissional do pessoal – não na totalidade!
Evite gafes, mal-estar, saia justa ou qualquer outro nome que queira dar para quela “pisada de bola federal” que você deu (e se for possível, delete! E reze para que o número de pessoas que visualizaram sua “caca”, seja mínima! Rsrsrs)
Já experimentou jogar “meu chefe” na busca do Twitter? Acho que é pior do que tuitar bêbado/a ou com raiva.
Não concordo com a ideia de ter dois perfis. Outra sugestão que conheço é criar um perfil “anônimo”, também discordo. Infelizmente, a gente não pode falar/escrever tudo que nos vem à cabeça, não importa se é perfil “profissional” ou “pessoal”. Só acredito nessa divisão para separar, por exemplo, os comentários sobre séries e BBB dos tuítes relevantes. Há ainda quem ache que o perfil privado dá direito a soltar os cachorros. Ledo engano. As pessoas têm de se controlar, ponto final.
De resto, eu concordo. Não é bom tuitar com o humor muito alterado. Às vezes não é nem por si, mas pelos outros. Tem gente que não está nem aí, rs, e não quer ser incomodado com tuítes do tipo #mimimi.
Que bom que o Ponto Marketing voltou \o/
Olá Gabriel! Parabéns pelo post. O assunto é bastante pertinente e foi muito bem abordado. Acredito que algumas pessoas não tem a devida noção da dimensão que uma rede social como o Twitter possui na sociedade. Talvez elas pensem que só as pessoas íntimas vão ler aquele tweet, ou que, aquele “recadinho” seja lido somente pelo verdadeiro destinatário, enfim… mera ilusão. Uma dica é imaginar aquele profissional no qual você tanto se inspira, e pensar se ele faria uma postagem desse tipo que você está querendo fazer. Sempre funciona! Ao menos se essa pessoa quer realmente construir uma imagem profissional séria!
Parabéns pelo post!
Sucesso!
Oi, Bruno!
Como você bem apontou, muita gente não tem dimensão do impacto que as redes sociais atualmente podem ter na carreira de alguém, às vezes menosprezando tais ferramentas. Sua dica foi muito válida e pertinente.
Grande abraço!
Olá, Gabriel. Tudo bem?
Post bastante coerente. Parabéns.
Se incomoda se eu deixar algumas pequenas sugestões de correção?
Bom… Vamos lá:
No 2o parágrafo, em “Essa pessoa tinha uma descrição em seu perfil de me fez entender…” o “de” deveria ser substituído por “que”. “Que me fez entender” seria o correto.
Ainda nesse parágrafo, em “…a um selecionador de uma empresa que a pessoa não se levava tão a séria assim”, o correto seria “a sério”.
Forte abraço e continue postando!
Amanda Freitas.