Seriam as redes sociais novos campos de batalha para os jogadores? Um estudo lançando nesta segunda-feira (23/08) pelo NPD Group aponta que sim.
Segundo o estudo, 20% dos internautas com mais de 6 anos jogou algum jogo em um site de redes sociais durante os últimos três meses. Esse número chega a cerca de 56.800.000 de pessoas, o que o NPD diz ser é um número significativo para um campo relativamente novo.

Por Gustavo Ernandes
Dia desses estava em uma reunião de briefing durante um almoço com uma amiga e ouvi uma pessoa comentando com outra: “Você quer ser feliz ou ter razão?” Bem, a pergunta me deixou intrigado para saber qual seria a questão em que elas estavam envolvidas e discutindo, mas na verdade essa não foi a real motivação deste texto. Como profissional do meio publicitário há mais de 12 anos, eu fiquei pensando na pergunta em relação ao desenvolvimento de minha atividade durante todo esse tempo.
Marketing hoje é muito mais do que simplesmente utilizar as ferramentas disponíveis para divulgar, fazer girar um produto no ponto-de-venda ou desenvolver uma nova marca. Tantos processos foram criados e tantas estratégias desenvolvidas, mas ainda nos deparamos com situações absurdas e ficamos indignados com a aprovação ou não de determinados jobs. Continue lendo »
Por Cleyton Carlos Torres
Não, não é. Críticas e apelos à parte, mídia social nunca foi uma profissão. Nunca foi, digamos, uma carreira. Há uma enorme banalização com o termo social media e seus respectivos especialistas de plantão, os chamados “GIL” (Gurus de Internet Locais). Existe um em cada esquina, um em cada contexto e um visionário em cada evento de comunicação digital.
O que realmente ocorre é que a web 2.0 é tão democrática que tem projetado esse efeito colateral por parte de certos usuários: ela democratizou até a banalização generalizada. Qualquer indivíduo que acesse freneticamente redes e mídias sociais se considera, atualmente, um profissional extremamente bem qualificado e pronto para agir em multinacionais com centenas de milhares de funcionários e colaboradores. E o pior: há empresas que acreditam nesses agitadores. Continue lendo »
Há poucos meses, ao avaliar as dificuldades que enfrentava para atingir metas de vendas, um executivo resumiu em poucas palavras a causa de seu desalento e desesperança:
“Não é possível competir com um concorrente que oferece preços irreais, baseados em práticas comerciais duvidosas, mas isto não se sustenta. Em breve, ele quebrará e ocuparemos nosso espaço de direito.”
Hoje, o mesmo dirigente que desqualificava seu concorrente é obrigado a assistir ao crescimento da empresa que trilhava por “caminhos incertos”, digerir suas avaliações equivocadas e correr atrás do prejuízo para evitar sua própria ruína. Ou seja, ele sofre as consequências da fuga de autoavalição. Continue lendo »
Por Camila Carrano
Uma das questões mais importantes hoje em dia para quem trabalha com mídias sociais é como mostrar para uma empresa a importância da utilização delas para sua divulgação e principalmente para otimizar o contato com os clientes. Um fator determinante para o atual crescimento das redes sociais no meio digital é a interação das pessoas. O Facebook, por exemplo, não teria o tamanho que tem se as pessoas atualmente não buscassem essas relações na Internet.
Isso significa que as redes sociais só funcionam porque existe o lado humano por trás de tudo. David Armano, da Edelman Digital, fala sobre isso em um vídeo chamado “Reinventando as mídias sociais”. Ele mostra que o poder de uma conexão pessoal é o que solidifica o relacionamento entre marcas e empresas com seus consumidores. E o segredo é em envolver os públicos e não apenas utilizar uma avalanche de conteúdos informativos. O que vale é manter uma relação pessoal, e valorizada. Continue lendo »
Dentre as peculiaridades inerentes às redes sociais, os dispositivos de segurança quanto ao conteúdo dos perfis de cada usuário se faz presente de várias formas. É comum encontrarmos partes dos perfis bloqueadas para determinados grupos de usuários ou que requeiram autorização por meio de convite. Se um dos propósitos mais importantes das redes sociais é a interação entre usuários, por que muitos perfis são bloqueados ou com restrição de acesso?
A princípio não vejo motivos para tal bloqueio. Alguns usuários que praticam esta forma “seletiva” de compartilhamento utilizam a prerrogativa da segurança. Faz sentido. Cada vez mais crimes são motivados pela grande exposição que algumas pessoas fazem de sua vida pessoal e rotina, nos sites de relacionamentos. Continue lendo »
Por Gabriel Galvão
Na era digital, das redes sociais, da velocidade na comunicação e da praticidade, atingir o público-alvo com precisão tem sido uma das preocupações da publicidade. O marketing digital tem evoluido muito, mas dia após dia têm sido criadas técnicas e estratégias mais e mais específicas. Uma prova disso é o e-book Nanopublicidade – O Novo Rightsizing do Marketing.
Escrito por Roberto Guarnieri, profissional altamente conhecedor do mercado web, é o primeiro e-book que divulgamos aqui no blog. Mostra que o material já vem preparado para os novos consumidores e seus Ipads e Kindles! O livro digital trata do termo Nanopublicidade, a publicidade desconstruída até suas menores partes e que, dessa forma, consegue atingir o público em suas particularidades. Cada cabeça é um mundo e entrar nesse mundo individual não é possível para a publicidade massificada. A Nanopublicidade ataca justamente esse ponto e com certeza será tendência cada vez mais forte em breve. Continue lendo »
20th agosto, 2010 em
Blog
Por Gabriel Galvão
Após mais um Le Fil com Blogs, evento onde o pessoal da agência Le Fil procura reunir os principais blogueiros do Recife e proximidades, promovendo uma interação muito legal entre eles, duas impressões ficaram para mim: a de que existe gente querendo realmente fomentar o mercado de blogs em Pernambuco, pois existe gente trabalhando sério para isso, e a de que ainda existe muito o que se fazer, especialmente pela parte dos próprios blogueiros.
Digo isso porque, apesar dos encontros serem muito interessantes, me deu a impressão de que o público ou diminui ou pelo menos não aumenta. É muito bom ver os amigos blogueiros que já conheço, mas eu sei que existem bem mais pessoas produzindo coisas bem legais, mas que não estão procurando interagir em encontros como o promovido pela Le Fil. Ruim também é ver o pessoal dizendo que vai, mas dando bolo em cima da hora. Continue lendo »
Por Leonardo das Neves
Ano de eleições… O que isso nos remete?
Analisando o histórico dos políticos e governantes passados e, atualmente, em tempos de “Ficha Limpa”, logo vem em nossa mente a palavra “sujeira”.
E é exatamente disso que esse artigo fala. Da sujeira que os candidatos têm espalhado na sociedade.
Calma… Sei que está um pouco confuso ou até mesmo óbvio demais.
Estou falando da sujeira de forma literal. Da poluição que os candidatos estão causando com os santinhos, panfletos, out-doors, plotagem… Enfim. Todo tipo de poluição que conhecemos e que lutamos para combatê-la.
O que espanta é que em plena era digital, onde tudo é disseminado, pesquisado, recebido e até debatido (lembrem-se do 1º Debate Virtual), ainda existem aqueles que insistem em poluir as cidades de onde vivem, sujando não só estas, mas também sua imagem como futuro representante popular. Continue lendo »
De acordo com teorias de filósofos da Escola de Frankfurt, o consumidor, como um ser completamente idiota e desatento, ao comprar algo pensa estar satisfazendo sua vontade, assim se sentindo uma pessoa completamente realizada – nem que seja por alguns momentos. A Publicidade entra com seu poder de que ao consumir tal produto, a pessoa se sentirá exclusiva. E aí eu pergunto a vocês: isto ainda se aplica aos dias atuais? Logicamente a maioria irá responder:
“Nãããão, nada a ver. O consumidor de hoje é super infomado e antenado. Com a Internet e as redes sociais, apenas quem pertence mesmo às classes mais baixas é que ainda pode ser considerado um distraído. Aff, que tema mais clichê, Priscila!”
Clichê, é? Pois bem. Continue lendo »
Um assunto que passou a me interessar de uns tempos pra cá é o mercado dos Games Sociais (Social Games). Andei lendo alguns artigos e visitando sites como o Inside Social Games para aprender um pouco mais e descobri que os Games Sociais vão muito além do simples divertimento, promovendo também interação, colaboração e aprendizado (como no caso da OJE – Olimpíadas de Jogos e Educação).
Confira neste infográfico como anda este mercado tão promissor e que, a pesar dos números expressivos, encontra-se apenas no começo de seu desenvolvimento e ainda conta com um grande terreno a ser explorado pelas empresas desenvolvedoras de games. Veja também o exemplo da Zynga, principal desenvolvedora de jogos sociais da atualidade. Continue lendo »